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Autonomia alimentar e desenvolvimento motor dos bebês

Autonomia alimentar e desenvolvimento motor dos bebês

Veja como estimular a criança a ultrapassar desafios e buscar resoluções para diferentes atividades.

segunda-feira, Julho 12th, 2021

A capacidade de comer alimentos em pedaços depende tanto da experiência de mastigação quanto do desenvolvimento das habilidades motoras orais, que ocorre durante o primeiro ano de vida.1 Estudos sugerem que a introdução tardia de alimentos em pedaços (a partir dos 10 meses de idade) pode estar associada ao aumento da dificuldade em alimentar a criança aos 15 meses1,2 e dificuldade e seletividade alimentar aos 7 anos.1 Por isso, a recomendação da Organização Mundial da Saúde é de que os alimentos sólidos, em pedaços, sejam introduzidos na dieta do bebê entre 6 e 9 meses de idade.3

 

Outro fator importante para o desenvolvimento do bebê é o apoio à sua autonomia, respeitando o ritmo de cada criança e permitindo que ela tenha um papel ativo na realização de tarefas. Uma pesquisa realizada na Universidade Montreal indica que esse incentivo à autonomia dos bebês impacta em seu desenvolvimento cognitivo, englobando diversas funções como raciocínio, capacidade para resolução de problemas, execução de atividades e outras.4 A ampliação dessas habilidades é gradual, sendo importante estimular a criança a ultrapassar desafios e buscar resoluções para diferentes atividades, conhecendo e interagindo com o ambiente a sua volta.

 

Em sintonia com o conceito moderno de autonomia da alimentação infantil, novas embalagens de comidas para bebês têm sido desenvolvidas nos últimos anos, assim como os Pouches Naturnes, novidade da Nestlé para oferecer frutas para bebês a partir de 6 meses que, além de ter um formato prático e fácil de transportar, é sem conservantes* e sem adição de açúcares.

 

Os “Pouches” ou “Bolsas de comida para bebês” e outros novos dispositivos de alimentação foram desenvolvidos para acomodar a alimentação tanto de comida caseira quanto de alimentos comercializados para alimentação complementar. Os “Pouches” com bico, por exemplo, são projetadas para a autoalimentação,5 trazendo praticidade e conveniência para as refeições fora de casa.

 

Esses dispositivos contemporâneos de embalagem para alimentação infantil têm o potencial de mudar a forma como bebês e crianças consomem alimentos sólidos na primeira infância, conceito que está em linha com as abordagens contemporâneas, em que as crianças são incentivadas a agarrar e colocar alimentos em suas próprias bocas.5

 

O período de alimentação complementar não se restringe apenas ao fornecimento de nutrientes, mas também corresponde a um período de aprendizagem da transição da alimentação para a dieta familiar, com rápido avanço da aprendizagem e desenvolvimento motor orofaríngeo e aquisição de habilidades comportamentais alimentares, as crianças precisam ser expostas a uma variedade de texturas de alimentos em diferentes tamanhos e consistência, por meio de talheres e também com seus próprios dedinhos, como forma de aprendizagem motora da língua, lábios e mãos e de mastigação.6,7 Nesse sentido, a Nestlé Naturnes lançou recentemente também o Nutrisnacks, o primeiro biscoitinho desenvolvido especialmente para bebês a partir de 8 meses, que é sem adição de açúcares, corantes ou conservantes§ e em formato de estrelinhas, para que o próprio bebê possa segurar e levar à boca.

 

Por isso, para estimular o desenvolvimento da autonomia e habilidades motoras (orais e das mãos), é muito importante oferecer diferentes tipos e formatos de alimentos e sempre estimular a criança com diferentes atividades, conversando com ela e observando suas reações e comportamentos.6

 

Estar perto da criança no momento da alimentação é uma excelente oportunidade de interação recíproca,6 além de ser um momento de escuta mútua e o diálogo com a criança, que permitirá o monitoramento e aprendizagem de sinais de fome e responsividade à alimentação.7

 

 

*Assim como todo alimento de transição para lactentes e crianças de primeira infância.

Este não é um alimento baixo ou reduzido em valor energético.

Contém açúcares próprios dos ingredientes. Este não é um alimento baixo ou reduzido em valor energético.

§Assim como todo cereal infantil.

 

 

Referências:

1. Coulthard H, Harris G e Pauline Emmett. Delayed introduction of lumpy foods to children during the complementary feeding period affects child’s food acceptance and feeding at 7 years of age. Maternal and Child Nutrition, 2009; 5:75–85.

2. Northstone K et al. The effect of age of introduction to lumpy solids on foods eaten and reported feeding difficulties at 6 and 15 months. J Hum Nutr Dietet, 2001;14: 43-54.

3. World Health Organisation (2001) The Optimal Duration of Exclusive Breast Feeding. Report of an expert consultation. Geneva, Switzerland, 28–30 March 2001.

4. Matte-Gagné et al. Stability in Maternal Autonomy Support and Child Executive Functioning. J Child Fam Stud, 2015; 24: 2610-19.

5. Theurich MA. Perspective: Novel Commercial Packaging and Devices for Complementary Feeding. Adv Nutr., 2018;9:581-89.

6. Koletzko B, Hirsch NL, Jewell JM et al. Pureed Fruit Pouches for Babies: Child Health Under Squeeze. JPGN, 2018; 67(5): 561-3.

7. Koletzko B, Bührer C, Ensenauer R et al. Complementary foods in baby food pouches: position statement from the Nutrition Commission of the German Society for Pediatrics and Adolescent Medicine (DGKJ, e.V.). Molecular and Cellular Pediatrics, 2019; 6:2.

 

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