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Crianças na pandemia: como lidar?

A pandemia tem trazido diversos desafios às crianças e suas famílias. Veja aqui as respostas para algumas dúvidas que podem surgir nesse momento.

Quarta-feira, Julho 29th, 2020

A pandemia causada pelo coronavírus trouxe muitas mudanças para o cotidiano das crianças e suas famílias, sendo que os pequenos podem sentir ainda mais dificuldade para se adaptarem ao chamado “novo normal”. Neste momento, as crianças podem apresentar alterações comportamentais e reações emocionais atípicas, como: dificuldades de concentração, irritabilidade, medo, inquietação, tédio, sensação de solidão, alterações no padrão de sono e alimentação. Lidar com estas alterações nem sempre é fácil, pois os pais podem estar se sentindo ansiosos e com altos níveis de estresse também. Se este é o seu caso, temos algumas dicas valiosas para te ajudar a passar por esse momento de forma mais leve e segura.

 

Devo falar sobre a pandemia com meu filho? Isso não vai gerar ainda mais estresse e medo?

A conversa franca e aberta é o caminho ideal para que as crianças entendam o cenário atual e fiquem mais tranquilas. Esclarecer as dúvidas e orientar os cuidados e medidas de prevenção vai facilitar a incorporação da nova rotina e o entendimento de que estamos passando por um momento novo, diferente do que estávamos acostumados.

Existem materiais e cartilhas específicas com informações sobre o coronavírus em uma linguagem mais infantil e adequada para abordar o tema com os pequenos.

Aqui Coronavírus – UFMT e aqui Coronavírus – Vamos nos proteger (MS).

 

Sinto que não tenho tanta paciência com meus filhos desde que entramos em quarentena. O que fazer?

Os pais estão muito sobrecarregados, pois tem que lidar diversos aspectos: teletrabalho, tarefas domésticas, aulas escolares à distância, preocupação com o lazer dos filhos, entre outros. É importante aceitar que é possível perder a paciência e sentir ansiedade e raiva em alguns momentos, afinal, vive-se um período excepcional. As cobranças não devem se sobrepor à tolerância e à consciência de que não será possível dar conta perfeitamente de todas as atividades.

Lembre-se de ouvir seus filhos, falar gentilmente e tranquilizá-los, sempre que necessário. Procure manter o diálogo com as crianças e organizar uma nova rotina familiar, que pode ajudar a lidar com a ansiedade.

 

 

Como organizar a nova rotina familiar?

Planejar o dia e mantê-lo o mais próximo possível da rotina habitual pode ajudar a evitar ansiedade e estresse. Horários definidos para acordar, dormir, fazer as refeições e as lições de casa contribuem para a organização e bem-estar da família. Construir acordos e regras junto com as crianças também pode ajudar a diminuir conflitos.

É interessante incluir as crianças nas tarefas domésticas, respeitando as suas possibilidades, e ter um tempo dedicado ao descanso, pois o lazer é essencial para a saúde mental.

 

 

Como fica o uso de telas neste momento?

TV, smartfones, tablets e computadores são importantes aliados na manutenção dos laços sociais

e afetivos das crianças, principalmente com os avós (que participam ativamente do dia a dia de muitas famílias) e com os amigos da escola.

Neste momento excepcional, a família pode ter um pouco mais de flexibilidade no uso de telas, ainda que observando o conteúdo que a criança está acessando e tentando oferecer brincadeiras que não as utilizem.

Porém, um alerta: a exposição em ambientes virtuais abre caminho para ação de criminosos sexuais e torna a criança vulnerável. Por esse motivo, faz-se necessário estar atento aos sites que a criança acessa, acionar o controle parental e o modo restrito nas páginas de acesso.

 

O comércio está reabrindo e as atividades estão voltando pouco a pouco. Como conduzir esse retorno com as crianças?

Ainda que algumas atividades tenham começado a voltar, o vírus continua circulando e o risco de contaminação ainda existe. Esse não é o momento para descuidar das medidas de prevenção, muito pelo contrário. É importante conversar com a criança e informar que o retorno às atividades será diferente do que ele estava acostumado. Oriente que a criança lave frequente das mãos ou utilize álcool gel, quando não for possível lavá-las; evite tocar boca, olhos e nariz com as mãos sujas, mantenha a distância mínima de 1,5 metro das outras pessoas, não compartilhe brinquedos e outros objetos.

Evite levar as crianças em locais com grande com aglomeração de pessoas e saia de casa apenas quando for realmente necessário. Lembre-se que crianças a partir de 2 anos também devem usar máscaras ao sair de casa. Oriente o uso correto e troque-a sempre que necessário – quando estiver úmida ou após muitas horas de uso.

 

É importante que os pais, cuidadores e profissionais de saúde estejam preparados para auxiliar as crianças nesse momento atípico que estamos vivendo, buscando acolher a sua angústia e frustração, mostrando que existem momentos difíceis, mas que é preciso enfrenta-los juntos.

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