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Socorro, o meu filho não quer comer!

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Veja dicas de como tornar a hora da refeição mais tranquila 

3mins para ler Jul 14, 2016

Que mãe nunca se perguntou: “meu filho não quer comer, o que fazer agora?” Em primeiro lugar, mantenha-se calma, não há quase ninguém livre do desgaste de preparar uma refeição e a criança recusar, fazer birra e até mesmo atirar comida no chão. Às vezes, as crianças pegam a gente desprevenida, mas, em primeiro lugar, não se culpe com pensamentos como “não sou boa cozinheira” ou “não estou à altura dessa tarefa”. Sabemos que é fácil dizer, mas não tão fácil fazer! Por isso, para te ajudar, preparamos um guia que vai ajudá-la a atravessar esse período.

O bebê não quer comer, e agora?

Por volta dos 18-24 meses de idade, a criança começa a afirmar a sua personalidade. Se perceber que dizer o "não" a aborrece, vai usar todas as oportunidades para te mostrar que já é capaz de se opor à sua autoridade. É o início da clássica "fase do não", que é uma etapa normal do desenvolvimento psicomotor de qualquer criança. É normal, mas muitas vezes exigente, para dizer apenas o mínimo! Além disso, o seu filho também vai preferir fazer muito mais coisas em vez de estar sentado à mesa comendo. Há tanto para descobrir, tantos lugares para explorar e jogos para brincar! As recusas são as formas que eles usam para expressar o desejo de independência.

“Meu filho não quer comer, o que fazer?”

Provavelmente já reparou em conversas com amigas que as crianças com dois anos têm semelhanças quanto às suas preferências alimentares:

  • Uma atração por sabores doces, acima de todos os outros sabores;
  • Um apetite especial por massa, arroz e batata;
  • Demonstram pouco interesse por vegetais;
  • Relutância em experimentar novos alimentos.

Essa fase é normal em todas as crianças e denomina-se por "neofobia alimentar". Ela é caracterizada quando a criança rejeita qualquer novo alimento tanto por desconfiança como por medo do desconhecido. Esse comportamento é mais pronunciado em algumas crianças do que em outras e normalmente desaparece por volta dos 6 a 7 anos de idade. Desse modo, seja paciente e lembre-se que todas as mães tiveram que passar por essa fase. Ter influência sobre uma pessoa tão pequenina parece muito fácil para quem está de fora, mas na realidade você pode sentir rapidamente que vai "perder as estribeiras"! Seja corajosa, com calma e paciência vai superar essa fase!

Conhecer as preferências e o apetite da criança

O apetite varia de dia para dia. Um pouco de cansaço, euforia ou o nascimento dos dentes podem provocar uma diminuição do apetite! Não se preocupe, o seu filho alimenta-se em função das suas necessidades, sem colocar em perigo a sua saúde, desde que a taxa de crescimento continue a progredir de forma regular.

Também é possível que o seu filho não goste de todos os alimentos que você oferece a ele provar. Depois de a criança recusar várias vezes determinado alimento, pode considerar que a sua preferência pessoal está dizendo para recusar aquele alimento em particular. Não tem importância, o equilíbrio alimentar geral não será afetado. Existem outras opções!

“Meu filho não quer comer”: veja algumas dicas que podem te ajudar

  • Depois da recusa, dê um intervalo de alguns dias e volte a oferecer o alimento rejeitado;
  • Ignore as birras;
  • Mantenha uma rotina de horário das refeições;
  • Deixe a criança ajudar na escolha e preparação do alimento, mesmo que seja apenas olhando;
  • Evite distrações como celular e televisão na hora da refeição;
  • Não use outros alimentos como recompensa (sobremesa, biscoitos e chocolates);
  • Não deixe ele notar a sua frustração;
  • Mude a forma de apresentação do alimento e as combinações;
  • Deixe ele pegar o alimento, sentir a textura e ter vontade em levar à boca.