CSS - followUS_icons

CSS_Brands_Megadropdown menu

CSS - BabyandMe POPIN

CSS - Benefits

CSS - Nutritional-Program

CSS GERAL MUCILON PRODUCTS

esconder navegacao

estilo para links e listas

esconder rendimento e cooking time

Compartilhar Artigo
X
Comunicação não violenta

Comunicação não-violenta: qual a importância da sua aplicação na educação infantil?

E como isso pode te ajudar na educação do seu filho.

segunda-feira, Maio 17th, 2021

A comunicação não-violenta (CNV) foi desenvolvida pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg e tem como princípio o respeito, empatia e atenção através da linguagem. Mais do que isso, a comunicação não-violenta busca fazer com que as pessoas percebam porque se comunicam de maneira violenta e consigam mudar essa atitude. E como isso pode te ajudar na educação do seu filho? Descubra abaixo!

 

Como a comunicação não-violenta influencia na relação entre pais e filhos?

 

A comunicação não-violenta é fundamentada na escuta e na segurança emocional. Para isso, é preciso desenvolver a empatia, observar a frequência e intensidade de julgamentos e saber pedir de forma positiva. Com esse tipo de comunicação na família, alguns aspectos tendem a melhorar como:

 

  • Reduzir conflitos entre irmãos;
  • Aumentar e reforçar a autoestima do seu filho;
  • Criar uma relação entre pais e filhos baseada na confiança;
  • Não ter medo em falar sobre frustrações;
  • Criar um canal aberto com o seu filho para falar sobre desejos e necessidades de maneira que ele entenda.

 

Quais são os pilares da comunicação não-violenta?

 

Para que a comunicação não-violenta possa ser implementada na sua família, primeiro vocês precisam entender os 4 pilares fundamentais: observação; sentimento; necessidade e pedido. Entenda cada um deles:

 

1. Observação: quando acontece alguma situação que nos incomoda, o primeiro passo a ser tomado deve ser o de observar o que acontece, sem julgamentos precipitados. Uma dica, é buscar olhar como se estivesse fora da situação;

 

2. Sentimento: depois de observar a situação, devemos identificar e nomear os sentimentos presentes. Raiva, rancor, frustração? Dessa forma, nos responsabilizamos pelos sentimentos e expomos nossa vulnerabilidade (essa é a parte mais difícil);

 

3. Necessidade: ao expor nossos sentimentos, identificamos nossas necessidades, desejos e valores que nos fizeram ter tais sentimentos. Por isso, é essencial entender quais as nossas necessidades;

 

4. Pedido: depois dos sentimentos e necessidades identificados, devemos partir para as ações de forma que nossas necessidades sejam atendidas. A comunicação não-violenta acredita que quando  esses pedidos são feitos de forma positiva, maiores são as chances de sermos atendidos e assim, não gera um looping de “necessidade não atendidas que  geram frustrações, que podem gerar uma discussão”.

 

Ler mais

Faça Parte do Clube dos Meus Primeiros 1000 dias

Tranquilidade na maternidade a apenas um clique de distância. Faça parte.

Conteúdo relacionado
As mães comentam este artigo0/5
avatar
Buscar

Ainda não encontrou
o que você estava procurando?

Experimente o nosso novo e inteligente mecanismo de busca. Nós sempre teremos algo para você.